terça-feira, 2 de setembro de 2014

VISÃO SISTÊMICA

Na terapia familiar os comportamentos de uma pessoa devem ser compreendidos no contexto da família.
Oferece novas compreensões que libertam para que possa escolher melhor como se relacionar, se comunicar e conviver com o pleno crescimento.


domingo, 31 de agosto de 2014

TEMORES

Dificuldade em discordar dos outros por medo de perder seu apoio e aprovação, adia inciar projetos ou fazer coisas por conta própria, o que sinaliza falta de confiança em suas capacidades, sente desamparado e desconfortável quando está só.
A terapia pode ajudar!


sábado, 30 de agosto de 2014

PAIS DE ADOLESCENTES

Pais de adolescentes vivenciam a difícil transição do protagonismo para a co-produção.
Sair da postura de pais da infância "os sabe-tudo" que detém o poder, para estar na postura co-produtor, ao lado do filho adolescente e não tão na frente, é um desafio.



DISFUNÇÃO FAMILIAR E VISÃO SISTÊMICA

Quando a família não consegue ultrapassar uma das etapas de seu ciclo de desenvolvimento normal como a adolescência dos filhos, a saída de um deles de casa,  ou acidental como a separação do casal, a morte de um dos pais ou de um filho, pode surgir o sintoma da disfunção em um dos seus membros.
O sintoma é um alerta, um sinal de que a família enfrenta dificuldades para superar uma etapa do seu ciclo vital.



STRESS

O oposto do stress não é relaxar, mas ter certo controle da situação.
A sensação de impotência ativa o stress.
Busque o controle da sua vida, se não conseguir sozinho, a terapia pode ajudar!


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

SENTIR

"Quando vocês puderem sentir seus sentimentos, não terão de transformá-lo em sintomas físicos."

                                                                                                        Virgínia Satir

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Inscrições abertas!


O Genograma e suas aplicações

O genograma é a representação gráfica de uma família,
juntando num mesmo esquema os membros dessa família
por três gerações.
São relevantes as relações que os unem, a qualidade da
relação e as informações médicas, psicossociais e relacionais
que se podem associar.
Tem reconhecida utilidade como material de apoio ao 
diagnóstico pela coleta sistematizada, organização e
utilização dos dados familiares.
Este instrumento permite aos profissionais
manejar informações sobre pessoas que não
conhecem pessoalmente, mas que são importantes
para o que está sendo trabalhado com a família.
Embora seu foco esteja na família, traz também
informações individuais importantes como os pontos
de vulnerabilidade, as fraquezas, os traumatismos, os
fracassos, as reações, a raiva, as frustrações, as
forças, os legados e como manejam a capacidade
de resolver problemas.



Genograma e o diagnóstico das relações familiares

O genograma permite um diagnóstico familiar
preciso e eficaz. 
É uma ferramenta para que o profissional 
possa instrumentalizar a família numa tomada
de decisão em relação à modificação de 
comportamentos e padrões relacionais mais
saudáveis e protetivos.



Genograma e as informações coletadas

Através do genograma nos permitimos lembrar
detalhes do histórico familiar, possibilitando a qualquer
membro da família verificar a precisão das
informações coletadas e registradas, armazenando
diferentes dados sobre a fase em que eventos
ocorreram e o que estava sendo vivenciado pela
família naquele momento, de maneira positiva e negativa.
Permite ainda, explorar como a força e a vulnerabilidade
dos relacionamentos interferem na dinâmica familiar.
Existem padrões de força e vulnerabilidade em
toda a história familiar, sem exceções. 


Dilemas contemporâneos

Queremos aventura e também estabilidade.
Vivemos eternamente nesse conflito...
Cada um administra a sua maneira: uns
arriscam mais, outros permanecem
por mais tempo no "modo de segurança".
E o tal do equilíbrio?
Penso no equilíbrio como uma medida
individual em se tratando da vida que cada
um escolhe ter, uma questão de perspectiva.
Dilemas contemporâneos!


Em terapia e atendimento com famílias através de
encontros conversacionais, os profissionais
auxiliam as pessoas a vislumbrar novas histórias.
Não qualquer história, mas sim uma nova narrativa
que encontre sentido no contexto histórico daquela família.
A prática do trabalho com famílias ensina
que, na reconstrução de suas histórias, as famílias
atribuem determinados significados aos
acontecimentos que fortalecem os sentidos que já
trazem de suas famílias anteriores.
Alguns destes relatos se entrelaçam, organizam-se,
de forma a preencher todos os espaços, restringindo
sobremaneira o movimento necessário para o
surgimento de histórias alternativas.
Em decorrência do sofrimento gerado pela
impossibilidade de atualização, as famílias, imersas
em suas histórias problemáticas, buscam ajuda.
O genograma, neste espaço conversacional, é
capaz de transcender suas origens funcionalistas, a
fim de transformar-se num recurso para a compreensão
colaborativa de novas possibilidades de ser, de se relacionar
e de viver no mundo.
É capaz de gerar novas oportunidades para re-historiar as
experiências vividas.


O trabalho realizado, através da construção do
genograma familiar pode ter o foco no levantamento
de informações, dados, padrões de repetição de
doenças, situações de risco e para a geração de
novos significados nas experiências vividas que
possam ser agregadas às histórias da família.
Possibilita ao profissional que trabalha com famílias
uma visão mais ampla e nítida dos padrões de
relação, força e vulnerabilidade  que se repetem
de geração em geração.





Genograma

O genograma é um instrumento de avaliação e
intervenção que proporciona uma aproximação
com o “tecido de transmissão familiar”,
compreendido como as heranças simbólicas
recebidas e transformadas pelas novas famílias,
que vão sendo levadas de geração em geração.
As histórias contadas, através do genograma,
integram o patrimônio relacional das famílias.
Em terapia o trabalho com o genograma possibilita
a criação de um espaço dialógico e relacional
propício à transformação das histórias familiares.



quarta-feira, 26 de março de 2014

PRECISAMOS FALAR SOBRE ALIENAÇÃO PARENTAL

Síndrome de Alienação Parental (SAP), também conhecida pela sigla em inglês PAS, é o termo proposto por Richard Gardner  em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor. 

Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado comoinstrumento da agressividade direcionada ao parceiro


Fonte: http://www.alienacaoparental.com.br/



GRUPO DE ESTUDOS - INSCRIÇÕES ABERTAS


PRECIOSA UMA HISTÓRIA DE ESPERANÇA

Nova York, 1987 bairro do Harlem. Claireece 
"Preciosa" Jones (Gabourey Sidibe) é uma adolescente 
de 16 anos que sofre uma série de privações durante
sua juventude. 
Abusada pelo pai (Rodney Jackson) e pela mãe (Mo'Nique), 
ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. 
O fato de ser pobre e gorda também não a ajuda nem um pouco. 
Além disto, Preciosa tem um filho apelidado de "Mongo",
por ser portador de síndrome de Down, que está sob os cuidados da avó. 
Quando engravida pela segunda vez, Preciosa é suspensa da escola. 
A sra. Lichtenstein (Nealla Gordon) consegue para ela uma escola alternativa, 
que possa ajudá-la a melhor lidar com sua vida. 
Lá Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática,
se refugiando em sua imaginação.


CONHEÇA O NUTEFA

O NUTEFA - Núcleo de Terapia Familiar
promove a interdisciplinaridade entre os 
profissionais da psicologia, serviço social,
educação e direito.

Contribui para o aperfeiçoamento e a 
capacitação nas áreas temáticas: 

Dinâmica das relações familiares
Abuso Sexual Intrafamiliar
Violência Doméstica
Dependência Química 

Promove palestras, cursos de capacitação e
aperfeiçoamento em terapia familiar breve,
grupos de estudos, terapia e orientação familiar.

Rosane Trapaga é coordenadora do Grupo de 
Estudos Dinâmica das Relações Familiares em
situações de crises, atua como terapeuta de
família e casal sistêmica e cognitivo-comportamental. 
Capacita equipes multidisciplinares que trabalham
com famílias disfuncionais e em situações de risco
e vulnerabilidade social.
É mediadora de conflitos familiares e advogada com
especialização em direito de família, possui ampla
experiência em atendimento de famílias em situação
de litígio nos juizados, varas de família e conselhos tutelares.

Participe dos eventos e grupos de estudos do NUTEFA.
Inscrições abertas.
Contato: 51. 34140005





FAMÍLIAS DISFUNCIONAIS

Famílias em que as situações de crises e
vulnerabilidades tornam-se intensas e 
prolongadas, geram um desequilíbrio
contínuo e disfuncional.

São responsáveis por interações relacionais
violentas, negligentes e abusadoras entre
os membros da família.

Como consequência direta dessas interações
disfuncionais, os indivíduos e as dinâmicas
das relações familiares adoecem.

A família é responsável pelos vínculos, 
formação e cuidado de seus membros,
mas também por conflitos, inadequações,
desorganizações, traumas e dores emocionais.

A maior parte dos casos de negligência, 
agressão física e emocional é praticada por
pais.

O abuso familiar intrafamiliar acusa a prática
de violências múltiplas que se manifestam e
afetam o emocional da criança e adolescente,
provocando um verdadeiro caos afetivo na 
estrutura da família.

Os profissionais que trabalham com essa 
realidade precisam compreender a complexidade
do fenômeno da violência e estar constantemente 
atualizados e qualificados para lidar com essa
dura realidade.

Essa é a proposta do Grupo de Estudos, 
proporcionar qualificação, troca de experiências, 
através de seminários, práticas clínicas e sociais,
reflexões teóricas que possibilitem aos profissionais
da psicologia, serviço social, educação e direito a
visão multidisciplinar do problema e das alternativas
de soluções.

Venha Participar.
Inscrições Abertas.
Informações: 51.34140005 e 51. 98757900 

Rosane Trapaga - Terapeuta de Família e Casal


GRUPO DE ESTUDOS

Grupo de Estudos Dinâmica das Relações Familiares
em Situações de Crises com três eixos temáticos:
Abuso Sexual Intrafamiliar, Violência Doméstica e
Drogadição no contexto familiar.

Estamos em busca de respostas ao cenário difícil
que vivenciam os profissionais que trabalham com
famílias em situações de risco e crises por violência
doméstica, abuso sexual e dependência química no
contexto da família.

A ideia não é oferecer receitas e fórmulas, mas
trabalhar com pesquisa, reflexões, estudos de casos,
intervenções e prevenções clínicas e sociais, visando
examinar profundamente a dinâmica das interações
entre os integrantes da família e contribuir para novas
abordagens terapêuticas e sociais.

Estratégias interventivas com famílias e multifamiliares.

As crises tematizadas no Grupo de Estudos ocorrem
no domínio da família e são praticados entre casais,
pais, irmãos, padrastos, madrastas, todos participantes
do núcleo familiar. São problemas com vínculos,
relacionais, sociais, jurídicos e de saúde.

O entendimento da Dinâmica das Relações Familiares
em Situações de Crise nos contextos de abuso sexual,
violência doméstica e abuso de substâncias em sua
complexidade, requer abordagem interdisciplinar e
transversal para criar estratégias de intervenção e
prevenção.

Participe!

Rosane Trapaga - Terapeuta de Família e Casal
Coordenadora do Grupo de Estudos