encontros conversacionais, os profissionais
auxiliam as pessoas a vislumbrar novas histórias.
Não qualquer história, mas sim uma nova narrativa
que encontre sentido no contexto histórico daquela família.
A prática do trabalho com famílias ensina
que, na reconstrução de suas histórias, as famílias
atribuem determinados significados aos
acontecimentos que fortalecem os sentidos que já
trazem de suas famílias anteriores.
Alguns destes relatos se entrelaçam, organizam-se,
de forma a preencher todos os espaços, restringindo
sobremaneira o movimento necessário para o
surgimento de histórias alternativas.
Em decorrência do sofrimento gerado pela
impossibilidade de atualização, as famílias, imersas
em suas histórias problemáticas, buscam ajuda.
O genograma, neste espaço conversacional, é
capaz de transcender suas origens funcionalistas, a
fim de transformar-se num recurso para a compreensão
colaborativa de novas possibilidades de ser, de se relacionar
e de viver no mundo.
É capaz de gerar novas oportunidades para re-historiar as
experiências vividas.
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